A
ctu
alm
en
te e
xis
te u
m c
on
se
ns
o e
m a
ce
ita
r q
ue o d
es
en
volv
im
en
to é in
flu
en
cia
do q
ue
r p
or a
sp
ec
tos g
en
étic
os q
ue
r p
or a
sp
ec
tos a
mb
ie
nta
is
. O problema surge, quando os tentamos relacionar entre si, e perceber em que momentos do desenvolvimento uns têm um papel mais determinante que os outros. Por exemplo, as nossas características morfológicas (Um cérebro, duas orelhas e um nariz), são um constructo longo, inserido na nossa filogénese, que determina a nossa espécie.
No entanto, a Linguagem, apesar de ser um património da nossa espécie, no seu processo de maturação encontra-se dependente da interacção da criança com o meio. Todos temos capacidade genética de sentir e pensar, mas o facto de nos sentirmos mais ou menos satisfeitos connosco próprios, ou de resistirmos mais ou menos às frustrações tem a ver com a nossa história pessoal e com a memória das nossas experiências.
Sem comentários:
Enviar um comentário